Inovação

CPP – Custo por Performance

O CPP – Custo por Performance – é um modelo de negócios exclusivo da Magnesita, desenvolvido no início da década de 1990. Trata-se de um modelo em que se oferece uma solução completa ao cliente, proporcionando ganhos que extrapolam a abrangência do refratário, fugindo à prática usual do mercado de simples venda de material. São mais de 20 anos de expertise em CPP, em parceria com os melhores e maiores produtores de aço, com 61 contratos do modelo em todo o mundo.

Resumo do CPP:

Modelo

  • Baseado em oferecer a solução completa (Custo Total de Produção) e não somente a venda de refratários
  • Verdadeira parceria para atender aos objetivos do cliente
  • Simplificação significativa da gestão do refratário
  • Customização para as necessidades dos clientes
  • Trabalho em conjunto com o cliente, baseado em uma relação de confiança mútua
  • Oferecemos Serviços e Tecnologias de Aplicação

Diferenciação sustentável

Benefícios para o cliente

  • Foco na redução do custo total de produção
  • Redução do consumo e custo de refratários
  • Aumento da disponibilidade dos equipamentos
  • Redução da necessidade de capital de giro
  • Melhoria da eficiência de conversão
  • Redução do tempo do downtime
  • Redução de consumo de outros bens de consumo
  • Segurança operacional

Grafico-1

Em uma usina de aço, tipicamente a maior parte dos custos de produção são definidos pelo mercado e estão fora do controle da usina, como custos de matéria prima, energia e outros insumos. Os custos que podem ser influenciados somam cerca de 20% do custo total de produção e são impulsionados por dois aspectos da produção de aço: a eficiência de conversão e a aplicação de refratários. Com o modelo CPP, por meio da modificação e monitoramento contínuos dos processos de escória e aplicações refratárias, a gestão da usina pode exercer maior influência no controle na destinação dos custos e lucros da produção de aço.

Por causa de suas partes e processos variáveis, essas áreas de custos controlados estão abertas à oportunidade de aplicação de nosso modelo. As usinas mais competitivas de hoje estão descobrindo que podem controlar e influenciar positivamente mais de 25 áreas de criação de valor em todo o seu processo. Estas incluem engenharia de escória, consumo de energia, melhoria de rendimento, consumo de refratários e utilização do equipamento. Essas possibilidades de ganho estão no centro das aplicações refratárias e irradiam por todo o processo de produção. Essa visão das diversas áreas de atuação está transformando os custos controláveis da siderurgia de um centro de custo de commodities para um epicentro de criação de valor.

Grafico-3

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